Onimusha: Warlords | GLITCH REVIEW

Um regresso seguro, mas ainda assim triunfal de uma das melhores séries da Capcom. Continue a ler Onimusha: Warlords | GLITCH REVIEW

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O Jak & Daxter dos 300

Existem poucos jogos que consigo acabar várias vezes seguidas, aliás, contam-se pelos dedos da mão. ICO, Silent Hill 2, Rocket Knight Adventure e Sonic the Hedgehog 2 são alguns desses jogos. Podem dizer que sou impaciente ou que necessito de um constante fluxo de novos estímulos para me manter operacional, mas a verdade é que raramente sinto a mesma magia quando repito uma campanha. Faltou identificar o último jogo: Jak & Daxter. Continue a ler “O Jak & Daxter dos 300”

A Vida, a Primavera e Final Fantasy X

2002. Todos estivemos lá. Uns mais velhos, outros ainda novos e alguns que até juram que nunca lá estiveram. Mas estivemos todos. Portugal tinha acabado de perder contra os Estados Unidos da América numa das únicas partidas de futebol que ficaram marcadas na minha memória. Foi o ano em que acabei o 9º ano e deixei os meus melhores amigos para trás para seguir a carreira que viria a marcar todos os 15 anos que se seguiram. E foi também nesse ano que a Squaresoft, ainda sem o prefixo Enix, editou Final Fantasy X na Europa. Continue a ler “A Vida, a Primavera e Final Fantasy X”

10 jogos da PS2 que merecem estar na PS4

Agora que sabemos e compreendemos que a emulação de jogos PS2 veio para ficar, podemos finalmente parar de lutar contra a Sony e admitir que queremos e que necessitamos de gastar dinheiro em títulos que comprámos há dez anos atrás. Não existe aqui vergonha, todos nós estamos no mesmo barco. E sim, nós sabemos que os preços são maus, mas a nostalgia é uma amante terrível que nos faz pagar sempre a conta do restaurante – restaurante esse que não tivemos a oportunidade de escolher. Continue a ler “10 jogos da PS2 que merecem estar na PS4”

No ano em que comprei .Hack//Infection

Por: João Canelo

Devia estar em 2004, se não me engano. As férias de verão já iam a meio, tinha menos uns quilos, o calor ainda não me deixava irritado e sonhava em ser o melhor realizador de cinema português – sonhava de olhos abertos. Foi no mesmo ano que comecei a estender as minhas noites para lá da 1 da manha, com a internet a transformar-se num vício crescente. Foi também o ano em que fiquei até à meia-noite e meia para ver o videoclip da Obstacle 1, dos Interpol. O raio da música dava sempre à mesma hora, bons tempos.

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