Gamer com filho(s) | 4. Jogar em família

Abordadas as mudanças na relação individual do jogador com os videojogos, chega a altura de falar sobre o mais importante na vida de um gamer com filho(s): jogar em família. Continue a ler Gamer com filho(s) | 4. Jogar em família

PAIS, FILHOS E VIDEOJOGOS | 7. Online

De todos os artigos neste especial, este último é o que mais se assemelha aos típicos guias com títulos na linha de “Como perceber as mulheres”. Isto porque jogar online tem nuances muito particulares que escapam a quem não joga (leia-se “pais”, “mais-que-tudo”, “vizinhos”, etc.). No entanto, também os jogadores deverão ter em conta que as exigências de uma sessão online pressuporão condições particulares, preparação e uma noção que tem vindo a acompanhar-nos ao longo deste especial: bom senso.

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PAIS, FILHOS E VIDEOJOGOS | 6. Controlo Parental

Enquanto a pesquisa, análise de informação e classificação etária são ferramentas anteriores à compra efetiva de um jogo, as decisões de aplicação de filtros de controlo parental assumem-se como medidas que acompanham todo o processo de utilização do produto – seja o jogo, seja a consola ou dispositivo móvel.

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PAIS, FILHOS E VIDEOJOGOS | 5. Vício

Tal como a influência de jogos violentos, o vício é um perigo iminente aos olhos dos pais e algo como um gambozino para os jogadores. A razão, como tem por costume nestas coisas, estará algures entre os dois pontos de vista. Uma criança ou adolescente que por iniciativa própria invista o tempo livre a jogar PC ou consola não é obrigatoriamente viciado – todos nós, gamers, gostamos de dedicar o ocasional dia por inteiro ao passatempo – mas o vício é real. Basta olhar para a Coreia do Sul. Continue a ler “PAIS, FILHOS E VIDEOJOGOS | 5. Vício”

PAIS, FILHOS E VIDEOJOGOS | 4. Classificações e idades

A par da pesquisa de informação, análise de cada jogo e do bom senso, existe outra ferramenta indispensável na avaliação pré-compra de videojogos: os  sistemas de classificação etária. Variam de país para país, com diferenças nos nomes e especificidades, incluindo a força do machado da “censura” a conteúdos violentos ou sexuais (Austrália, alguém?!), mas tem uma base comum: categorizar, por idade, cada um dos títulos.

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PAIS, FILHOS E VIDEOJOGOS | 3. Violência e influência

Este é um dos temas que mais assusta os pais e é compreensível. O Massacre de Columbine em 1999 apanhou o mundo desprevenido e, perante tamanha violência, que terminou com o suicídio de Eric Harris e Dylan Klebold, procuraram-se respostas. Contudo, 17 anos depois, não foi o sentimento de injustiça, humilhação e segregação social que permaneceu no discurso mediático, mas a influência que videojogos como Doom, Wolfenstein 3D e Duke Nukem tiveram nos adolescentes. Continue a ler “PAIS, FILHOS E VIDEOJOGOS | 3. Violência e influência”

PAIS, FILHOS E VIDEOJOGOS | 2. Procurar informação

É essencial que os pais, com filhos fãs de videojogos, se eduquem ativamente sobre o assunto. Dissemo-lo no artigo anterior e se o repetimos é porque é de facto algo a reter. O importante, neste campo, é evitar o sentimento de incapacidade ou total incompreensão do meio. Confesso que é sempre triste ver pais confusos na seção de jogos de uma qualquer loja, na qual, infelizmente, são tantos os colaboradores que acabam por não saber ajudar com qualidade.

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