HYPERGUN | GLITCH REVIEW

Desde que a malta se apercebeu que morrer nos jogos era fixe, que podia ser uma mecânica e que até acrescentava algo à experiência daqueles que procuravam bons desafios, que a indústria abraçou a ideia do “git gud” de uma forma, diria eu, descontrolada. Tudo é Souls-like. Tudo gira à volta da repetição. Mas vamos ser honestos, tudo tem um lugar e nem sempre resulta. Logo, por consequência, nem sempre há necessidade de ir por este caminho. Hypergun, apesar de ser um FPS, insere-se um pouco neste género e no meio de muitas outras tendências espetadas aqui ao pontapé, a de lutar-morrer-repetir é a mais criminosa.

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Immortal Redneck | Glitch Review

No meio de tantos lançamentos de peso e de reedições de títulos clássicos, é impossível não deixar escapar alguns jogos independentes ao longo do ano. Seja pela falta de cobertura por parte dos sites especializados ou pela premissa incomum de certos títulos, a verdade é que muitos jogos estão destinados a ficarem perdidos pelo tempo. Depois de passar uma semana com Immortal Redneck, desenvolvido pela … Continue a ler Immortal Redneck | Glitch Review

Em defesa de Call of Duty: Infinite Warfare

Odiar a série Call of Duty não é muito diferente que dizer mal do Trump. A Internet grita muito, mas na hora da verdade é aquilo que escolhe. Ora eu fiz parte desse grupo, mas dos que estão fartos do CoD, atenção.

Não sou grande fã de jogos multi-jogador competitivos, portanto esse nunca é o meu foco principal quando procuro um jogo e desde o Modern Warfare 2 que não sentia tanta pica a jogar um CoD.

Em defesa do diabo, eu curti imenso o Infinte Warfare. Continue a ler “Em defesa de Call of Duty: Infinite Warfare”