Andromeda está morto. Longa vida ao Anthem!

O final da semana passada marcou também o fim do suporte a Mass Effect: Andromeda. Uma decisão comunicada oficialmente pela Bioware que significa a inexistência de DLC para o jogo e patches adicionais. Os planos, diz a companhia, pelo menos até às comemorações do N7 Day, focam-se somente no modo multijogador.

Continuar a ler “Andromeda está morto. Longa vida ao Anthem!”

Sobre a crítica e os videojogos

O papel de um crítico é algo ingrato. O termo é si soa depreciativo e a pessoa em si é pintada como pedante. O exemplo perfeito é o crítico de Ratatouille, um homem cujo apelido é Ego, com traços de abutre com uma máquina de escrever em forma de caveira num escritório com a geometria de um caixão. A Pixar e a subtileza são como unha e carne. Continuar a ler “Sobre a crítica e os videojogos”

Gamer aos 30

Não é que ache que esteja velho, mas a poucos meses de fazer 30 anos, parece-me inevitável admitir as mudanças na minha vida de jogador. Não é tanto uma epifania de idade adulta quanto uma segunda puberdade, com uma série de dilemas interiores e não menos pressões exteriores, e com a diferença de que tenho bigode e barba em vez de buço e penugem.

Continuar a ler “Gamer aos 30”

Quanto vale um jogo?

Este é um dilema com que me tenho deparado a propósito de For Honor, um jogo bastante competente no que se propõe a fazer, mas pelo qual me custa pagar €70 – ou €69,99, para quem o troco de um cêntimo é coisa valiosa. A pergunta tem vindo a tornar-se cada vez mais familiar nos últimos dez anos, mas não é novidade. Continuar a ler “Quanto vale um jogo?”