Por Amor aos Jogos, Joguem Pillars of Eternity!

Quando tinha 9 anos, os meus pais ofereceram-me o meu primeiro computador. Lembro-me de ter pedido um “pentium qualquer coisa”, algo entre o 2 e o 3, se não estou enganado, mas aquilo que recebi foi um Commodore 386, um bicho enorme e barulhento que só funcionava após três pancadas secas e certeiras na sua lateral. O Windows 1.1 mal funcionava e nos jogos estava condicionado a Elifoot, Arkanoid e nos melhores dias, a uma versão manhosa de DOOM. Continuar a ler “Por Amor aos Jogos, Joguem Pillars of Eternity!”

O Jak & Daxter dos 300

Existem poucos jogos que consigo acabar várias vezes seguidas, aliás, contam-se pelos dedos da mão. ICO, Silent Hill 2, Rocket Knight Adventure e Sonic the Hedgehog 2 são alguns desses jogos. Podem dizer que sou impaciente ou que necessito de um constante fluxo de novos estímulos para me manter operacional, mas a verdade é que raramente sinto a mesma magia quando repito uma campanha. Faltou identificar o último jogo: Jak & Daxter. Continuar a ler “O Jak & Daxter dos 300”

Telltale: Não és tu, sou eu

Estou farto. Telltale Games, precisamos de falar. Cheguei ao meu limite, desculpa, mas já não consigo estar nesta relação. Os teus jogos cansam-me, já não sinto quaLquer prazer em carregar nos botões no momento certo ou em fazer decisões sob pressão. O sonho morreu, Telltale, e nós precisamos mesmo de falar. Continuar a ler “Telltale: Não és tu, sou eu”