Por Amor aos Jogos, Joguem Pillars of Eternity!

Quando tinha 9 anos, os meus pais ofereceram-me o meu primeiro computador. Lembro-me de ter pedido um “pentium qualquer coisa”, algo entre o 2 e o 3, se não estou enganado, mas aquilo que recebi foi um Commodore 386, um bicho enorme e barulhento que só funcionava após três pancadas secas e certeiras na sua lateral. O Windows 1.1 mal funcionava e nos jogos estava condicionado a Elifoot, Arkanoid e nos melhores dias, a uma versão manhosa de DOOM. Continuar a ler “Por Amor aos Jogos, Joguem Pillars of Eternity!”

AER: Memories of Old | Glitch Review

Talvez esteja a ser injusto, mas esperava muito mais de AER: Memories of Old. A sua direção de arte invoca alguns dos melhores títulos de aventura e exploração, e a sua falta de combate delineava uma experiência forte e de grande impacto que, infelizmente, não se encontra presente na versão final. É um jogo fugaz, às vezes atraente, mas na sua maioria, aborrecido e sem grande interesse. Continuar a ler “AER: Memories of Old | Glitch Review”

À Conversa com Tio Atum

Depois de termos falado com Francisco Santos, estudante e fundador da Duckling Studios, que está ainda a dar os primeiros passos na produção do seu jogo, chegou a hora de ver o outro lado da produção nacional e perceber como funciona um estúdio que já viu a estreia do seu projeto de longa data. A Tio Atum é uma das produtoras mais populares na produção portuguesa e a sua equipa composta por membros ativos da nossa comunidade – Afonso Cordeiro, Miguel Rafael e Miguel Cintra. Continuar a ler “À Conversa com Tio Atum”

Metroid: Samus Returns | Glitch Review

A recepção negativa de Metroid: Other M parecia ditar o fim prematuro das aventuras de Samus Aran. Lançado em exclusivo para a Wii, o título da Team Ninja dividiu os fãs através de uma representação quase polémica da caçadora de prémios mais famosa dos videojogos. Foram precisos 7 anos, e um spin-off que trouxe mais dores de cabeça do que alegrias, para Metroid voltar ao ativo. E agora que aqui está, esperemos que nunca se vá embora. Continuar a ler “Metroid: Samus Returns | Glitch Review”

Monster Hunter Stories | Glitch Review

A Capcom deixou os caçadores de parte para se aventurar uma vez mais pelo género RPG. Agora sem as caçadas tradicionais da série, Monster Hunter Stories dá-nos uma campanha mais tradicional e focada quase unicamente na exploração e combates entre monstros, onde o nosso objetivo não é matar, mas sim domesticar os nossos adversários. Preparem-se para um Pokémon com dragões enormes e armaduras exageradas! Continuar a ler “Monster Hunter Stories | Glitch Review”

Ark: Survival Evolved | Glitch Review

Se em 2016 decidi proclamar-me como “anti-jogos de sobrevivência”, sou obrigado a admitir este ano que me tornei num verdadeiro apologista do género. Ainda estou longe de apoiar lançamentos em early access ou de me aventurar pelos antros de um género completamente enraizado no computador, mas cheguei a um ponto na minha vida em que “se saiu nas consolas, eu joguei”. Continuar a ler “Ark: Survival Evolved | Glitch Review”

O Jak & Daxter dos 300

Existem poucos jogos que consigo acabar várias vezes seguidas, aliás, contam-se pelos dedos da mão. ICO, Silent Hill 2, Rocket Knight Adventure e Sonic the Hedgehog 2 são alguns desses jogos. Podem dizer que sou impaciente ou que necessito de um constante fluxo de novos estímulos para me manter operacional, mas a verdade é que raramente sinto a mesma magia quando repito uma campanha. Faltou identificar o último jogo: Jak & Daxter. Continuar a ler “O Jak & Daxter dos 300”

The Long Dark | Glitch Review

O género de sobrevivência corre o risco de se tornar banal e em mais uma moda se não sofrer uma transformação suficientemente consistentes. É isto que tenho sentido ao longo dos primeiros meses do ano e após analisar jogos que tentam capturar alguma da magia do género e dar-lhe alguma variedade. Mas falharam, pelo menos na minha perspetiva. Continuar a ler “The Long Dark | Glitch Review”

Uncharted: The Lost Legacy | Glitch Review

Depois de Nathan Drake ter colocado os papéis para a reforma, tudo indicava que a série Uncharted tinha chegado ao seu fim. A Naughty Dog parecia estar igualmente preparada para abandonar Drake e a sua família, mas não antes de fazer uma última demanda pelo universo dos arqueólogos e ladrões – desta vez em formato standalone e protagonizado por Chloe e Nadine, esta última uma das vilãs de Uncharted 4. Continuar a ler “Uncharted: The Lost Legacy | Glitch Review”