ESPECIAIS

10 Desejos para 2022

Admito que dou continuidade a esta rubrica por teimosia.

Naquela que é uma das rubricas mais antigas e desnecessárias do GLITCH, apresento-vos 10 desejos para o ano que está prestes a chegar. Após ter acertado em cinco desejos na lista do ano passado, sinto-me mais confiante e destemido nas minhas escolhas, mas 2022 promete ser um ano cheio onde será difícil falhar. Com dois anos de adiamentos, está na hora de darmos destaque aos futuros clássicos da nova geração naquele que poderá tornar-se num dos melhores e mais sólidos anos de lançamentos.

Onimusha 2 já devia estar nas consolas

Como desisti de Routine, a série Onimusha passará a ter presença constante nesta rubrica: uma substituição perfeita. Sinto um misto de surpresa, choque e admiração pelo facto da Capcom continuar a ignorar a série depois do relançamento do primeiro título. Serão questões ligadas aos direitos de imagem dos atores em Onimusha 2 e Onimusha 3? Quase de certeza, mas espero que sejam resolvidos. Precisamos de mais Samanosuke nas nossas vidas e isto é indiscutível.

Continua a ser o melhor jogo da série. Não quero saber se concordam. E não, não consigo ouvir-vos.

Klonoa está de regresso

Estou um pouco cético, mas os recentes rumores e o registo da marca na Europa e US deixam-me sem saber o que pensar. Klonoa é uma das minhas série favoritas e adorava que os jogadores mais novos tivessem a oportunidade de experienciar estas aventuras clássicas. Mas será mesmo verdade ou apenas a Bandai Namco a renovar a marca? Veremos em 2022.

The Legend of Zelda: Breath of the Wild 2 não é adiado

Já sabemos que Breath of the Wild 2 é real, mas essa notícia foi apenas uma janela de entrada para a espera exasperante que se iniciou. Até ao seu lançamento, teremos de ponderar o que acontecerá na sequela aguardada e se conseguirá suplantar o original. Outra questão, mais assustadora, é se BOTW 2 sairá mesmo em 2022 ou se será adiado. Esta possibilidade é muito real e temos de nos preparar para o adiamento, mas gostava de jogar a sequela já no próximo ano.

Final Fantasy XVI revitaliza o meu amor pela série

Apesar de não jogar Final Fantasy XIV, conheço muito bem o trabalho de Naoki Yoshida e a sua relação com os fãs do MMO. Tenho total confiança no seu trabalho e acredito que Final Fantasy XVI seja a sequela que aguardo há tanto tempo, mas depois de algumas desilusões, o medo é permanente. Sou o tipo de fã que não confia na Square-Enix atual e nunca sei o que esperar de um novo Final Fantasy, mas admito que gosto da passagem para um sistema de combate mais dinâmico e livre. Mas irá a Square-Enix permitir que Yoshida faça o jogo que quer? Saberemos na primavera de 2022 quando anunciarem mais detalhes sobre o jogo.

Retrocompatibilidade na PS5

Espero que 2022 seja o ano em que a Sony finalmente cede e dá aos jogadores a possibilidade de experienciarem os clássicos do passado na PlayStation 5. Agora que a Microsoft terminou o lançamento de novos títulos retrocompativeis, a Sony pode aproveitar o momentum e surpreender os fãs ao anunciar a integração da funcionalidade nas novas consolas, seja por formato físico ou loja digital. Como a Sony está determinada em fazer más decisões neste arranque de geração, presumo que nos calhe algo ainda mais enervante do que a expansão do Nintendo Switch Online.

Sonic Mania 2 é anunciado

Eu sei que a SEGA está a preparar o primeiro jogo em mundo aberto da série e é por causa disso que este é o momento perfeito para relembrar que Sonic Mania existe e que uma sequela seria um presente perfeito para 2022. Não quero, no entanto, mais um jogo inspirado nos clássicos das 16 bits, mas sim algo diferente. Lembram-se de Sonic Jam e de Sonic World, o modo 3D onde podíamos explorar um pequeno cenário com Sonic? É isso que eu quero. Sonic Mania já deu um semi passo ao reutilizar um modelo semelhante do ouriço azul nos níveis especiais e eu adorava ver uma nova aventura com este estilo poligonal. Eu sei que estou a pedir demasiado, mas bolas, vamos ter primeiro um Sonic Open World do que um título inspirado na quinta geração de consolas. Algo está errado.

Acho que não poderemos ser amigos se me disserem que não querem jogar algo neste estilo 32 bits.

Série SMT nas consolas

Depois do relançamento de Shin Megami Tensei III: Nocturne, a ATLUS tem a oportunidade de apostar novamente na famosa série RPG ao relançar as restantes sequelas e prequelas no PC e consolas. Existem demasiados spin-offs perdidos no tempo que merecem uma segunda oportunidade e se Nocturne foi um sucesso, apesar dos seus problemas, o mesmo acontecerá com títulos como Shin Megami Tensei IV ou Digital Devil Saga. Vamos acreditar que sim!

Gloomwood conquista o meu coração

Depois de DUSK e Amid Evil, a New Blood Interactive já não me consegue desiludir — espero não estar a agoirar com este comentário. A produtora tem vários projetos em desenvolvimento, incluindo Fallen Aces — um FPS com um estilo visual cartoonesco, reminiscente da década 1940 e das histórias de gangsters e detetives inebriados —, mas nenhum dos seus projetos se assemelha a Gloomwood. O novo Immersive Sim, inspirado em Thief e Deus Ex, transporta-nos para uma realidade entre as aventuras steampunk e o horror cósmico, onde a destreza e a experimentação serão as nossas melhores armas. Depois de experimentar a demo, fiquei convencido e mal posso esperar para jogar a versão final.

Mais jogos nacionais no PC e consolas

Este é um desejo para os mais sentimentais, mas juro que é sincero. É verdade que muitos projetos nacionais são lançados nas plataformas digitais, muitos deles — senão mesmo a maioria — produzidos em Game Jams, mas gostava de assistir ao contínuo crescimento de videojogos portugueses em grande destaque dentro e fora do nosso país. Depois de Those Who Remain, Out of Line, NIGHTSLINK e Twelve Minutes (este último noutra liga, é verdade), quero saber quem vão ser os próximos jogos a elevar a fasquia nacional.

Project Zero HD Collection

O meu desejo é simples e muito direto: quero mais Project Zero no PC e consolas. Adorei poder finalmente jogar Maiden of Black Water, mas é necessário preservar a série e ter não só a trilogia original, como o quarto título da saga, Mask of the Lunar Eclipse, apenas lançado no Japão. Não peço uma sequela, isso seria ambição a mais, mas penso que a Koei Tecmo terá a ganhar com o relançamento dos quatro títulos. O que terá a ganhar, perguntam? O meu amor incondicional.

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