GEEKOUT

O Master Chief bem que podia sorrir um pouco mais

Master Chief é uma personagem da Xbox icónica, mas uma melhor escrita faria dele algo ainda melhor.

Master Chief.

Um nome carregado de múltiplos e intensos adjetivos: poderoso, corajoso, firme. E pouco mudou desde que Master Chief se estreou há coisa de 20 anos com o lançamento da Xbox original. Desde então, o space marine verde visitou vários planetas, alguns até em forma de anel (daí o nome HALO da série, é verdade), com a sua icónica Assault Rifle, onde fez feitos impossíveis. Resumindo, Master Chief é o maior. Dito isto, rejogar a saga antes da chegada de Halo Infinite fez-me questionar se Master Chief não poderia ser ainda mais fixe se, sei lá, sorrisse mais um bocadinho.

Primeiro, convém relembrar quem é Master Chief.

A sua origem não é explicita logo de início, algo que a Bungie, e mais recentemente a 343 Industries, trabalhou à medida que necessitava de expandir a mitologia em torno da grande mascote da Xbox.

Master Chief, também conhecido como John-117, é um super-soldado e o resultado de um programa controverso, onde a UNSC (United Nations Space Command) raptava crianças, injetava-lhes soros e treinava-as nos piores cenários possíveis para se tornarem rijos como um pêro. Ao mesmo tempo, a UNSC trocava as crianças raptadas por clones das mesmas, mas com um prazo de validade muito curto, para que as famílias pudessem dizer adeus às crianças sem saberem a verdade.

É uma origem trágica que nos jogos é pouco explorada, lançando o icónico Spartan para o meio da batalha sem grandes explicações, onde encontra cenários de guerra com inimigos que gritam “wort wort” ou rebentam como confettis. Além disso, Master Chief faz-se acompanhar por uma namorada virtual azul na sua imaginação, aparentemente sempre nua, que lhe dá toda a moral de que precisa.

Eu sei, o passado é trágico, os eventos dos jogos profetizam o fim da vida orgânica na galáxia, a sua namorada eventualmente entra em curto circuito, mas, como não sorrir quando as granadas mandam uma dezena de Grunts pelo ar, ou quando um tiro de sniper faz ricochete e limpa satisfatoriamente uma sala?

Master Chief é mesmo um mal-agradecido e é este tipo de postura que o torna mais num robô do que no ser humano que foi em tempos. Terá sido falta de educação? A praxe militar que carregou às costas durante décadas? Ou será que foram os soros e os treinos militares que mencionei anteriormente e que pareço estar a ignorar deliberadamente para levar avante a minha teoria de casa de banho? Bem, certamente que haverá um livro qualquer que explique isso, mas para já, anseio por Halo Infinite e espero que a Xbox comece a adicionar camadas à sua personalidade badass. Ele merece.

(Este não é um artigo sério, ao contrario do da Kotaku sobre a Samus em Metroid Dread)

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