ESPECIAIS

6 anos de GLITCH Effect

Tivemos o descaramento de celebrar o nosso sexto aniversário. Não têm de agradecer.

O GLITCH Effect faz seis anos. Um marco gigante para nós e o resultado de um projeto que se constrói, desde o primeiro dia, com amizade, independência, profissionalismo e um amor profundo pelos videojogos. Foram seis anos incríveis: de experiências (algumas que resultaram, outras que se revelaram flops tremendos), de conquistas partilhadas, discussões saudáveis, aprendizagens, bons resultados e, claro, altos e baixos.

Em jeito de celebração, fazemos uma viagem, por estes seis anos, a bordo dos artigos que mais gostámos de fazer, que mais se destacaram e que melhor espelham a essência do GLITCH.

Juntam-se a nós?

2021

Tendo em conta que ainda não terminou, seria um pouco presunçoso tecer quaisquer comentários sobre o ano.

A problemática da crítica

Um olhar sobre as várias faces da crítica de videojogos e como se aplicam ao mercado português.

2020

Um ano marcado por projetos ambiciosos e por um crescimento que nos aproximou de uma nova comunidade.

Into A Dream | GLITCH REVIEW

Um jogo indie português que aborda temáticas emocionais com a mestria da empatia, da paciência e da coragem para dar um salto de fé na produção de jogos nacional.

PAIS, FILHOS E VIDEOJOGOS | Um guia para os graúdos

Um especial orientado para pais com filhos que jogam videojogos e para filhos com pais que nunca jogaram nem FreeCell.

Morte: a última barreira dos videojogos?

O conceito de morte nos videojogos está tão firmado como um resultado negativo – a falha do resultado correcto – que é todo um processo para o jogador aceitá-la como um elemento natural da experiência.

Made In Portugal 2020 – Indie Showcase

Uma montra para os videojogos portugueses que promete marcar a indústria nacional.

Obrigado DualSense, estragaste-me os shooters (e outros jogos)

O DualSense é mesmo fantástico. A sua descrição e pontos de venda parecem até exagerados, mas na prática, há mesmo algo ali a funcionar que é difícil de descrever sem hipérboles. 

The Last of Us Part II – Uma História de Violência | GLITCH REVIEW

A violência e a vingança andam de mãos dadas naquele que é o jogo mais importante da Naughty Dog, seja a nível narrativo, de direção ou produção.

2019

Um ano de experiências, humor e o lançamento de GLITCH DLC.

Como Classificar um Videojogo em 2019

Um guia prático sobre a arte de classificar um videojogo na nova geração.

Censura – ou não censura?

Qual é o limite no que toca a censura? Esta é a pergunta que o André nos faz no seu novo texto.

Still not bitten?

Depois de quatro temporadas, eis que a jornada de Clementine chega ao fim com The Final Season. Para mim, um desfecho agridoce.

2018

Dissemos “bem-vindo” ao André e lançámos o GLITCH TV, o nosso podcast em direto.

Tradução em Videojogos

Eu vejo a Tradução como uma ponte que une várias ilhas onde falam línguas diferentes, que nos deixa atravessar para um mercado de RPG japoneses e vice-versa. E ainda tem a capacidade de nos ensinar línguas novas.

Sobre a morte dos jogos

A morte de um jogo é um acontecimento particular e que, por norma, acontecia de forma natural. Sobretudo era silenciosa. Mas numa era em que todos somos entendidos em qualquer assunto (ver presente artigo), não há o luxo de morrer em silêncio.

À conversa com Jorge Daniel (sim, esse mesmo)

Para os que vieram aqui pelos jogos, esta entrevista desvenda se o Jorge gosta mais de Fortnite ou PUBG.

2017

Eu estou farto de escrever estes textos. Vão ler os artigos, deixem-me em paz.

Quanto vale um jogo?

 A pergunta tem vindo a tornar-se cada vez mais familiar nos últimos dez anos, mas não é novidade. Já em 2004, quando a Blizzard lançou WoW, o modelo de subscrição foi questionado pelos mais cépticos, mas os jogadores não pareceram muito incomodados.

A Vida, a Primavera e Final Fantasy X

As provas globais estavam a chegar quando Final Fantasy X se estreou em Portugal. Tinha comprado a minha PS2 há pouco tempo, num bundle que incluía um Cartão de Memória e o ainda recente Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty.

2016

Olhando para trás, foi um dos anos mais produtivos da equipa e ninguém nos lia.

Esta indústria não é (só) para meninos

Se nos anos 80 e 90 jogar era para duros (leia-se geeks e nerds), na era da Xbox 360, PS3 e Wii o passatempo penetrou as tendências mainstream.

A pequena loja dos jogos pirateados

Mas será que vocês tinham uma loja na vossa zona que só vendia jogos gravados? Loja essa que estava num centro comercial bastante movimentado que não só “chipava” consolas como tinha polícias como grandes clientes? Sejam bem-vindos a Moscavide.

2015

O início da viagem e ano em que analisámos Hush. Vocês não se recordam do jogo, não mintam.

Hands-on pirata

Imaginem que estavam descansados a navegar na Internet, quando lêem que uma demo inacabada do título que mais antecipam estava disponível para testarem no conforto da vossa casa

Please understand: Jogos e diversão

 A Nintendo era dirigida por alguém que não só sabia ler uma linha de código como vivia e respirava videojogos. Um auto-intitulado gamer.

O aniversário é nosso, mas queríamos dar uma prenda a todos aqueles que nos acompanham nesta jornada especial! Em jeito de agradecimento, aqui fica um episódio muito especial do nosso podcast.

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