ESPECIAIS

Generation Zero – Umas férias pós-apocalípticas

A calma e a destrução andam de mãos dadas nesta Suécia alternativa.

A indústria esqueceu coletivamente Generation Zero, o título de sobrevivência e cooperação da Avalanche Studios, mas a comunidade, sempre fiel, manteve-se presa a esta Suécia alternativa povoada por máquinas assassinas. O seu conceito mostrou-se interessante e curioso o suficiente para me fazer dar o salto e apesar de ter ficado um pouco indiferente à jogabilidade e ao ritmo das missões, a verdade é que encontrei muita beleza neste mundo apocalíptico.

Não é a destruição e os elementos de ficção científica que me surpreenderam, mas sim a sua natureza e a melancolia que acaba por cobrir os campos abandonados, os edifícios parados no tempo e as aldeias vazias, onde ainda ouvimos e vimos os rastos dos seus antigos habitantes. É um mundo assombrado, perfeito para explorarmos, que é prejudicado por um modelo e género que impedem a força do seu ambiente. No entanto, decidi registar a minha passagem por Generation Zero, que podem ver em baixo.

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