ESPECIAIS

PAIS, FILHOS E VIDEOJOGOS | Um guia para os graúdos

Um especial orientado para pais com filhos que jogam videojogos e para filhos com pais que nunca jogaram nem FreeCell.

Parte 1 – Conhecimento de Causa

“Vejo-me obrigado a começar por uma dica para os pais: saibam o que jogam os vossos filhos. Saber do que se fala não é essencial para muita gente (a televisão está cheia de exemplos deliciosos), mas uma vez que se trata de pais e filhos, o esforço vale a pena. E saber o nome do jogo não deve ser suficiente; se possível informem-se antes de comprarem o Postal III, que não só não é um simulador dos CTT como também não é um bom jogo. É um exercício parental e de gestão financeira, pois, sejamos sinceros, os jogos não são coisas baratas. Quantas vezes compraram um jogo que o vosso filho jurava a pés juntos ser a coisa que mais queria no mundo para o verem ignorá-lo por completo uma semana depois, sem sequer o acabar?”

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Parte 2 – Procurar informação

“É essencial que os pais, com filhos fãs de videojogos, se eduquem ativamente sobre o assunto. O importante, neste campo, é evitar o sentimento de incapacidade ou total incompreensão do meio. Confesso que é sempre triste ver pais confusos na seção de jogos de uma qualquer loja, na qual, infelizmente, são tantos os colaboradores que acabam por não saber ajudar com qualidade. A era da Internet trouxe consigo o acesso generalizado à informação e os videojogos não são exceção à regra. Entre websites da especialidade, fóruns (sabemos que o Reddit ou o neoGAF podem ser complicados para principiantes) ou grupos no Facebook, existem ainda as poderosas plataformas multimédia”.

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Parte 3 – Violência e influência

“Não obstante, a violência nos videojogos é um tema que exige debate constante, mas sem o tom alarmista. A questão, em grande parte, prende-se com os avanços de hardware – consolas e PC mais potentes traduzem-se em maior liberdade e mais opções para os produtores. É por isso que não me constrange a ideia de ter jogado GTA em 1997 (tinha 10 anos), mas a ideia de alguém nos seus 12 anos ter acesso a The Last of Us em 2013. A violência não só assume traços mais realistas com a capacidade gráfica três gerações passadas, como a representação da mesma assume um tom diferente, sendo GTA próximo da paródia e The Last of Us propositadamente dramático e macabro”.

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Parte 4 – Classificações e idades

“A par da pesquisa de informação, análise de cada jogo e do bom senso, existe outra ferramenta indispensável na avaliação pré-compra de videojogos: os  sistemas de classificação etária. Variam de país para país, com diferenças nos nomes e especificidades, incluindo a força do machado da “censura” a conteúdos violentos ou sexuais (Austrália, alguém?!), mas tem uma base comum: categorizar, por idade, cada um dos títulos”.

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Parte 5 – Vício

“Tal como a influência de jogos violentos, o vício é um perigo iminente aos olhos dos pais e algo como um gambozino para os jogadores. A razão, como tem por costume nestas coisas, estará algures entre os dois pontos de vista. Uma criança ou adolescente que por iniciativa própria invista o tempo livre a jogar PC ou consola não é obrigatoriamente viciado – todos nós, gamers, gostamos de dedicar o ocasional dia por inteiro ao passatempo – mas o vício é real. Basta olhar para a Coreia do Sul”.

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Parte 6 – Controlo Parental

“Enquanto a pesquisa, análise de informação e classificação etária são ferramentas anteriores à compra efetiva de um jogo, as decisões de aplicação de filtros de controlo parental assumem-se como medidas que acompanham todo o processo de utilização do produto – seja o jogo, seja a consola ou dispositivo móvel. Funcionam como barreiras invisíveis ao consumo dos mais pequenos e ajudam os pais na tarefa de controlar aspetos como compras (integradas ou não), acesso a conteúdos, navegação na Internet, ligação a contas e utilização de outras tantas funcionalidades”.

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Parte 7 – Online

“De todos os artigos neste especial, este último é o que mais se assemelha aos típicos guias com títulos na linha de “Como perceber as mulheres”. Isto porque jogar online tem nuances muito particulares que escapam a quem não joga (leia-se “pais”, “mais-que-tudo”, “vizinhos”, etc.). No entanto, também os jogadores deverão ter em conta que as exigências de uma sessão online pressuporão condições particulares, preparação e uma noção que tem vindo a acompanhar-nos ao longo deste especial: bom senso”.

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Imagem de destaque via videogamemuseum.com

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