ESPECIAIS

Na Minha Cama com Ela – #1

O início de uma nova rubrica protagonizada pelo nosso André Pereira!

Como tinha dito ao João que ia passar uns tempos interessantes de cama, quis escrever uma rubrica nova até voltar ao activo e não havia melhor nome do que este – Na Minha Cama com Ela. Uma ode ao melhor da música pimba e à minha amada Switch que me tem acompanhado nestes dias de convalescência. Serão textos curtos, e regulares, para não perder o hábito porque escrever assim também cansa, portanto, vamos a isto:

Eu tenho três posições: deitado para a esquerda, para a direita e de barriga para baixo. Jogar e escrever nestas posições devia ser um desporto olímpico pela força e resistência que requerem. Eu digo que quando sair daqui vou ter uma força de braços incrível, mas pernas de esparguete.

Encontrar a melhor posição para jogar Switch foi um trabalho que teve partes de génio como de estúpido. Então, não é que passei uma semana a jogar nestas três posições, a segurar na consola e a ficar com os braços dormentes de dez em dez minutos? Só na segunda é que tive o momento Eureka quando reparei no apoio da consola… E quando separei os Joy-Con para ter os braços mais confortáveis… E quando virei a consola de lado para ler melhor. Deitei-me em silêncio a contemplar a minha estupidez e voltei a jogar… Agora bem mais confortável e sem dormência, até porque tenho os braços a apontar para todo o lado como uns ponteiros de relógio, se o ponteiro dos minutos tivesse drift. Apenas sofro como todos os que usam óculos porque estes nunca estão bem e caem ou espetam-se na cara – se é para sofrer, que seja com tudo.

Pior do que não me mexer, é o Joy-Con mexer demasiado.

Já jogar PS4 foi outra aventura que me fez sair da cama e fazer um forte de almofadas; lutar contra a gravidade de um sofá inclinado e aguentar o pescoço no ar como uma galinha. Tinha duas alternativas: pendurá-lo no tecto com uma corda ou deitar-me e ficar estupidamente baixo face à televisão e parecer que estou na primeira fila de um cinema em IMAX. Às tantas, a modos que desisti da sala e tentei configurar o modo Remoto no portátil, mas o resultado final foi uma imagem com qualidade batata e a soluçar. Não. Eu aguento até Dezembro…

Agora que lancei a introdução e arranjei uma forma mais definitiva e aconchegada de jogar, irei avançar para o que estou a jogar. E como é estou a escrever?, perguntou ninguém: estou deitado e a escrever no telemóvel para depois rever no computador. Deixem lá que também demorei a chegar até aqui e ainda ponderei um modo de voz para texto. Gosto de sofrer.

Para a semana voltamos a este menino.

Obrigado pelo vosso tempo, não percam o próximo Na Minha Cama Com Ela. Podem agora imaginar o genérico com uma Mónica Sintra chorosa enquanto me rebolo para continuar no Wargroove. Até para a semana!

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