2018 – No Fim do Dia

Por: André Pereira

2018 foi um ano… e estou a pensar em algo que os meus colegas não tenham falado ou irão falar… 2018 foi um ano bom no que toca aos jogos. E foi um ano óptimo para mim no que toca ao trabalho relacionado com estes.

Foi o ano em que conheci o pessoal da GLITCH e me foi dada a oportunidade de debitar coisas engraçadas na sua casa. 

De volta ao papel!

Trabalhar no meio envolve muita coisa para além de jogar; também é necessário largar um pouco os jogos e pensar noutras coisas. Neste momento, estou a aproveitar as curtas férias de Natal, tenho uma lareira à frente, uma Serra da Estrela a dormir atrás e uma fresca ao lado – A Switch está em cima da mesa com West of Loathing em pausa. E isto não foi só para queimar palavras. Os jogos estão sempre comigo independentemente do que faça ou onde esteja; podem reler os meus artigos anteriores onde falo um pouco sobre o tempo, a relação crescer-jogar ou como abordo os jogos hoje em dia. Ainda hoje, o meu irmão disse que jogava menos porque estava a crescer e não pude de deixar mastigar esta afirmação. O que queria ele dizer isso? Principalmente quando foi acabar o Hitman logo a seguir. 

Never too old.

Se estamos a crescer – facto, os jogos não estarão a crescer connosco? Basta olharmos para os eventos deste ano para vermos o que aí vem: Death Stranding, Sekiro: Shadows Die Twice, Ghost of Tsushima, Halo, Resident Evil 2, Kingdom Hearts 3, Shenmue, etc (e estes três jogos já os esperamos desde putos!). As polémicas que vieram de 2017 que se juntaram às de 2018, os excelentes jogos com foco na narrativa que saíram este ano e ceifaram prémios e, claro, o amadurecimento da Nintendo Switch que depois de um ano de experiência é das consolas mais procuradas, vendendo milhões e cobiçadas por estúdios para meterem lá tudo e mais alguma coisa – o que é bom e mau porque 2018 foi o ano em que voltámos a verificar que a Nintendo não pesca nada de plataformas online, com uma ao nível do primeiro Xbox Live (e isto é ser generoso).

O teu serviço online é mau e deviam sentir-se mal.

Joguei muito! Em 31 anos de vida, 25 (e uns trocos) anos de jogador, nunca joguei tanto indie. Foi bom afastar-me das mega produções e jogar algo mais “humilde” e criativo; procurar histórias e mentes diferentes. Por outro lado, também foi o ano em que descobri Nier Automata e chorei durante os créditos; voltei a apaixonar-me por Resident Evil (com o VII) e por Yakuza (Kiwami 1 e 2). Octopath Traveler roubou-me o coração e Detroit: Become Human mexeu com peças que eu não sabia ter dentro. E sim, sei que muitos destes jogos não saíram neste ano, mas eu sou um patient gamer tanto que estou a despachar o meu backlog de PS3. Exacto!, 2018 foi um ano em que limpei o grosso do meu backlog de PS3. Ufa!

Almost…there?

E, para acabar em beleza, Super Smash Bros. Ultimate saiu há dias e estou a degustá-lo aos poucos (até desbloquear o Snake…).

E é/foi assim, um ano cheio e bonito. Cheio de jogos, de trabalho e boas pessoas. No final é o que interessa. Venha um 2019 melhor!        

E o vosso?

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Um pensamento sobre “2018 – No Fim do Dia

  1. Por coincidência, este também foi o ano em que mais indies joguei. São cada vez mais ideias diferentes e interessantes, muitas vezes a anos luz e longe dos conceitos saturados de muitos AAA. Mais uma coincidênca, no inicio deste ano (primeira semana de Janeiro) estava a acabar o terceiro playthrough de Nier Automata, um jogão sem dúvida. Comecei ontem Yakuza 6, um título que devia ter jogado logo dia 1 por sem grande fã mas, que por uma razão ou outra, foi sempre sendo adiado. Ainda fui a tempo de me redimir em 2018. Este ano foi sem dúvida enorme em excelentes títulos de qualidade e esperemos que assim continue. Eu já escolhi quais os que quero jogar mais em 2019 mas, acima de tudo, quero que apareçam grandes surpresas e que saltem vários lugares à frente na grelha de partida na hora de decidir qual jogar. 🙂

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