À conversa com Jorge Daniel (sim, esse mesmo)

O Jorge Daniel. O que dizer deste exemplar de masculinidade português? Há qualquer coisa nele, sempre houve, e depressa se tornou um sonho meu conhecê-lo.

Para minha surpresa, o Jorge (já só o chamo pelo primeiro nome e mais não digo) é gamer. Aproveitei-me do GLITCH e entrei logo em contacto. Falámos, trocámos ideias, bebemos um copo de vinho carrascão da vizinha dele (que só tem quatro dedos na mão esquerda e coxeia porque foi atropelada por um camião em 1987). Foi tudo perfeito!

Não vou aqui revelar se trocámos ou não números, mas, enfim, é só olhar para as nossas duas carinhas larocas para descobrir a resposta.

Para os que vieram aqui pelos jogos, esta entrevista desvenda se o Jorge gosta mais de Fortnite ou PUBG.

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O Jorge, a mandar um beijinho a todas as leitoras do GLITCH.

 

Jogas videojogos? Se sim, como é que conseguiste fazê-lo quando, recentemente, ficaste com a espátula e colher de pedreiro presos às mãos?

Já joguei mais quando não tinha de trabalhar todos os dias que nem um cão e chegar a casa e ainda ter de fazer a cama para não ter de ouvir a minha mãe a dizer que não faço nenhum!

Gosto muito do tetris, menos daquela peça que parece um S porque nunca consigo encaixar bem e gosto quando saem aqueles cubos porque nunca ficam espaços em branco. Andei uma semana com uma espátula e uma colher de pedreiro coladas às mãos. Achei mesmo horrível para usar o rato e curtia bué que o computador desse para eu comandar só com a voz, porque eu comandava pela voz o meu primo Hélio mas ele falhava muitas teclas e clicks.

Uma vez ele estava a jogar GTA e eu estava a gritar-lhe o que devia fazer, e ele não fazia nada nem saltava do helicóptero e só andava a pé porque diz que não consegue conduzir bem e enjoava. É mesmo alto nabo!

Qual foi o primeiro jogo que jogaste? E qual é o teu preferido?

Era um jogo que vinha na parte de trás do chocapic. Era tipo um labirinto e tinhas de encontrar a saída com uma caneta a riscar. Mas como não encontrei a saída logo à primeira. Tive de riscar os caminhos quase todos e depois perdi-me um bocado.

O meu jogo preferido é o jogo da sedução. E nesse eu sou crack e meto sempre nome ❤

 

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Se pudesses viver num videojogo, qual seria? E porquê?

Gostava de viver no Tomb Raider porque ela é alta babe de sonho e acho que nos íamos dar bem. Eu ia ajudar a decifrar os enigmas para ela encontrar o tesouro. Mas quando ela pensava que ia abrir um baú cheio de moedas de ouro, eu saía lá de dentro e dizia que era mais valioso que qualquer tesouro. E depois ela ia beijar-me loucamente e fazíamos amor fora do baú porque acho que não íamos caber os dois lá dentro.

Babe mais sexy dos videojogos. Go!

Laura Croft. Acho que deviam fazer o filme dela e eu ia na boa ver ao cinema. Acho que a actriz que encaixava mesmo bem no papel de Laura Croft era a Paula Neves. E a Luciana Abreu também um bocadinho mas tinha de amarrar o cabelo com um puxo para dar aquele ar mais de radical.

Gostava de ter uma versão Jorge Daniel do Monopólio.

Que piropo lhe mandarias para a engatar?

O amor é um jogo, e eu tenho fichas infinitas. Vamos jantar?

Achas que deviam existir mais ‘babes’ a jogar videojogos? Porquê?

Eu acho que devia era haver mais homens a jogar videojogos porque enquanto estiverem entretidos a jogar FIFA eu vou lá e saco as babes todas. Há muita babe por aí que até queria ter namorado mas não consegue porque eles estão sempre ocupados a jogar computador e a formatar o disco ou a fazer actualizações do windows. Eu acho que uma babe de sonho nunca será mais importante que uma táctica que é preciso meter no FIFA. Porque para mim a única táctica que realmente importa é amar sem limites.

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O Jorge, daquela vez em que participou nas escavações para recuperar as centenas de jogos E.T. (Atari) que estavam enterrados no Novo México. “Foi giro”, diz ele.

Alguma vez pensaste numa carreira nos e-sports?

Não sei bem o que é isso, e já perguntei ao meu primo Hélio e ele disse que ia ver o que era, mas ainda não me disse nada. Neste momento continuo focado na minha carreira de DJ. Tenho treinado bastante no Virtual DJ e sinto mesmo que estou a dominar a cena. Não tenho tido muito tempo porque estou a trabalhar nas obras e às vezes tenho de ficar semanas inteiras na casa de uma velha para lhe acabar uma casa de banho com cerâmicos novos.

Se te dessem a oportunidade de fazeres o teu próprio jogo, como seria? E qual era o título que lhe davas?

Gostava de ter uma versão Jorge Daniel do Monopólio, com as ruas e as discotecas mais importantes da minha vida. O objectivo era comprar tudo e ser o rei da noite da zona centro. Depois também podia haver versões internacionais como JD Monopólio Ibiza ou JD Monopólio Las Vegas, que é um sonho meu lá ir. É uma cidade que só tem casinos e quase não há noite nem dia. As discotecas estão sempre abertas e podes jantar às 5 da manhã ou almoçar às 4 da tarde porque lá o ritmo é sempre abrir!

O amor é um jogo, e eu tenho fichas infinitas.

Corta unhas ou tesoura?

Depende. Para cortar o cabelo prefiro sempre tesoura porque uma vez tive de aparar a franja de emergência e com um corta unhas não deu bem.

Como és DJ, como adaptarias os teus sons aos videojogos?

Fazia uma espécie de música tipo do Donkey Kong que tem imensos sons de baterias e kongas porque são sons tribais e acho que deixam qualquer pessoa mais excitada.

PUBG ou Fortnite? Porquê?

SG Ventil sempre!

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O Jorge deixa-vos um desafio: algures, nesta fotografia do quarto dele, está escondida a consola que ele mais usa. Conseguem encontrá-la? O prémio é um frango com piri-piri do Moniz.

Tu, a jogar Tetris contra o teu primo Hélio, o Sr. Jaime e os Moldavos. Quem ganha?

Acho que eu, porque quando é para assentar tijolos eu nunca deixo nenhum buraco aberto. Às vezes quando são os moldavos aquilo fica cheio de pequenas janelas onde não é para ter janelas. Se as paredes de tijolos deles fossem Tetris perdiam até no primeiro nível!!! Em que as peças nem sequer caiem depressa e a música não está acelerada. Eu acho que na Moldávia eles não tiveram jogos de computador porque eram muito pobres. Mas já ouvi dizer que ao berlinde e nas matracas são ainda dos melhores do mundo.

 

Obrigada pelas tuas palavras, Jorge, minha crush eterna!

– a tua babe V. ❤

 

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