Apresentacao do jogo para a PS4 - Horizon. Lisboa.

À conversa com Angela Gillespie

A PlayStation trouxe até Portugal o mundo futurístico de Horizon: Zero Dawn, numa apresentação à imprensa que contou com a presença de Angela Gillespie – produtora sénior da Guerrilla Games.

Aproveitámos o convite da Sony para fazer algumas perguntas e perceber um pouco mais como foi desenvolver um dos exclusivos PS4 mais aguardados para este ano.


Glitch Effect (GE): O protagonista de Horizon, na versão final Aloy, foi, desde logo, pensado como uma personagem feminina?

Angela Gillespie (AG): Esteve mais relacionado com o tipo de história e o que pretendíamos do jogo. Com o brainstorm sobre a história e sobre quem seria esta personagem, a Aloy acabou por tornar-se a escolha natural. Não foi necessariamente uma decisão consciente, mas ela tornou-se a nossa heroína e a equipa inteira acabou por sentir que ‘sim, é isto mesmo, é assim que queremos que seja a personagem principal do jogo’.


GE: Qual foi a parte mais difícil do processo de criação de Horizon: Zero Dawn?

AG: Penso que os desafios tecnológicos, de passar de um shooter para um jogo em mundo aberto. Isso foi provavelmente o mais desafiante e ambicioso, já que originou a necessidade de fazer várias mudanças no motor de jogo. E também construir a equipa. Nunca tínhamos trabalhado com um foco tão importante na história e, por isso, precisámos de criar a equipa narrativa do zero e trazer pessoas como John Gonzalez. Penso que estas duas coisas foram super desafiantes para nós.


GE: E a parte mais espetacular e divertida?

AG: Diria que todo o processo de criação das máquinas. Desde fazer os protótipos e, quando conseguimos chegar a um ponto em que elas funcionavam e as conseguimos ver finalmente a funcionar, sentir que tínhamos realmente algo que poderia ser expandido.
Foi um processo muito divertido para a equipa.


GE: Como foi trabalhar com profissionais da CD Projekt Red e a equipa por trás de Fallout?

AG: Foi super interessante! Porque temos estas pessoas que não vêm apenas de projetos diferentes, mas também de várias partes do mundo. Por isso, contactámos com diferentes experiências, quer culturais como ao nível da produção de jogos, e isso originou um processo fervilhante e único de ideias, com as pessoas a fazerem imensas sugestões e a serem criativas em conjunto.


GE: O que podemos esperar da Guerrilla Games no futuro?

AG: Neste momento estamos 100% focados em lançar Horizon. Depois vamos – espero eu – celebrar [risos].
Foi uma longa jornada, mas penso que estão todos super felizes com o resultado! Por isso, por agora, estamos simplesmente entusiasmados com o lançamento e com poder, finalmente, partilhar este jogo com o mundo.

Poderão contar com a análise a Horizon: Zero Dawn, em breve, aqui no Glitch.

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