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Os Melhores Jogos da E3 2016

Com as portas da E3 2016 já encerradas, resta-nos fazer o rescaldo daquela que é a semana mais importante para o mundo dos videojogos. Com o advento da realidade virtual e das novas consolas vocacionadas para a resolução 4K e novos GPU, a E3 2016 prometeu grandes surpresas, mas saiu pouco inspirada, com inúmeras fugas de informação a estragarem as revelações mais bombásticas. Mas nem tudo foi mau, especialmente no que toca aos próximos grandes lançamentos (e não só).

A equipa do Glitch Effect reuniu-se com os melhores matemáticos do mundo e construiu a melhor lista de sempre para a E3 2016. Está comprovado, é matemático: estes são os melhores jogos da E3 2016!

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A equipa de cientistas nas horas vagas.

Vanessa Dias

As minhas escolhas para os melhores desta edição da E3 começam por Horizon: Zero Dawn. Esta combinação de história, personagens, mecânicas e ambiente é, na minha opinião, a receita de sucesso para aquele que será um dos jogos que marcará o próximo ano. Aloy guarda um mistério maior do que inicialmente pensei (ver, em baixo) e, além de me alegrar como uma personagem feminina sólida e bem conseguida, é a chave para um mundo interativo no qual mal posso esperar para entrar.

A juntar-se a este, está Dishonored 2. O primeiro jogo da série entrou para a lista dos títulos mais memoráveis que já joguei e a expectativa para a nova entrada é elevada. A singularidade do design seduz e, uma vez que sou fã de abordagens furtivas, é apenas natural que esteja ansiosa para voltar a vestir a pele de um vingador – agora vingadora – que age nas sombras, entre a realidade e o misticismo, para “reaver o que é realmente seu”.

Menções honrosas para: DLC do Fallout 4; nova edição do The Elder Scrolls V: Skyrim; Mafia III (continuo a querer que seja bom, mesmo estando desiludida com a escolha de direção); aquele trailer do Dead Rising 4!

Queria ver mais de: Mass Effect Andromeda; sem dúvida, qualquer coisinha do Cyberpunk 2077 – “coming when it’s ready” my ass!; um novo Red Dead Redemption  (eu sei, eu sei…).

David Fialho

Não foi certamente das minhas E3s favoritas, dentro ou fora das conferências, mas admito que molhei a cueca muito cedo com o Forza Horizon 3. Sabia que ia estar presente, sabia dos rumores, mas não estava preparado para ser presenteado com um trailer tão belo – e quem me conhece sabe o quanto admiro trailers de jogos de carros. Mas mais do que isso, o jogo parece ser a experiência Forza definitiva com uma componente social ainda maior, agora que o PC também recebe o jogo, e desta vez sem limites visuais.

Como muito honestamente não houve mais nada que me fizesse tirar a carteira do bolso, um dos títulos mais intrigantes apresentados em palco foi o Days Gone. Lembro-me de comentar com o Canelo que não achava piada ao género pós-apocalíptico e muito menos com zombies. Mas como o karma está sempre do meu lado, o que vi foi uma tech-demo impressionante, com o jogador a usar o ambiente para atrasar uma horda de inimigos (zombies) que se movia e atacava dinamicamente em relação às suas ações. Days Gone foi para mim um dos títulos mais interessantes desta E3, pelo menos a nível técnico.

Menções honrosas para: Gears of War 4, God of War e Horizon: Zero Dawn.

Queria ver mais de: Mass Effect: Andromeda, Cyberpunk 2077 e Halo 6.

João Canelo

A minha guerra aberta contra as fugas de informação ganhou uma nova força após o encerramento da E3 2016. A exposição mais importante (por agora) do mundo dos videojogos saiu furada, pouco surpreendente ou marcante – especialmente quando comparada com a edição do ano passado. A Sony, no entanto, voltou a apanhar os jogadores de surpresa com o primeiro trailer de God of War, uma sequela há muito esperada pelos fãs.

God of War promete ser um recomeço forte para a série, agora mais focada no seu protagonista e no mundo que o rodeia, mas sem colocar de parte a ação quase cinematográfica que marcou os títulos anteriores. A nova vertente deixou-me bastante interessado e a jogabilidade reinventada parece encaixar no novo molde.

E por falar em séries que precisavam urgentemente de uma nova vida, eis que a Capcom revela Resident Evil 7. Para trás ficaram os ângulos fixos e as suas sequências de ação desnecessárias, com a série a arriscar novamente no horror que a personificou. Resident Evil 7 assume também uma nova perspetiva, agora na primeira pessoa, e promete reinventar toda a jogabilidade. Admiro a coragem da equipa, ainda que as suas semelhanças com títulos como Outlast e Amnesia: The Dark Descent (sem esquecer P.T.) me deixe preocupado. Mas por agora, este poderá ser o tão aguardado regresso que o fãs pediam.

Menções honrosas para: Dishonored 2, We Happy Few, Cuphead NieR Automata.

Queria ver mais de: Prey, South Park: The Fractured But Whole, Inside, Spider-Man.

Duarte Ferreira

The Last Guardian.

Vanessa: Tens de escolher dois, Duarte…

no-country-jones-new-760

The Banner Saga 3.

Vanessa: …esse ainda não foi anunciado.

The Last Guardian.

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