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Forza Horizon 2 – Where dreams are driven

No ano que passou regressei aos videojogos depois de três anos um pouco afastado dos comandos. Foi um ano  em que atualizei as minhas plataformas, em os jogos que antecipava (na sua maioria) cumpriram as minhas expectativas, em que fui brindado com novidades fantásticas, e como é óbvio foi um ano em que peguei em jogos que me tinham passado ao lado em anos anteriores.

Nessa breve revisão um dos jogos que quero destacar é o Forza Horizon 2. Quem me conhece sabe que sou fanboy da série, admito, no entanto sentia que a série já tinha dado tudo o que tinha a dar. O Forza Horizon 1 foi apenas interessante, saltei o Forza Motorsport 5 e o mais recente, o Forza Motorsport 6, tornou-se rapidamente repetitivo.

O Horizon 2 foi o primeiro jogo que joguei em 2016 e o último Forza a que tive acesso. Um jogo que não entendo porque é que não joguei mais cedo no ano passado. Este spin-off conseguiu trazer-me de volta aos carros virtuais. E de que maneira! Não só é um bom jogo como é o primeiro do seu género que eu gostaria de recomendar a todos os jogadores e por isso até tenho pena que seja exclusivo.

Este spin-off existe graças ao que os jogadores fizeram dos jogos, graças à comunidade. Existe porque os Forzas tornaram-se em algo mais do que um jogo de carros. E existe porque a Turn 10 esforçou-se para que fosse realmente algo mais.

“We want to turn car lovers into gamers and gamers into car lovers” – Dan Greenawalt

O regresso ao Forza relembrou-me do quanto eu adorava a série e das suas fantásticas funcionalidades (algo que já cá falamos no Glitch), que é o seu modo de fotografia e captura de clips. Não é uma novidade nos videojogos em geral, mas diria que no Forza é diferente. Graças a estas funcionalidades (somando a personalização dos carros, um mapa de mundo aberto capaz de piscar o olho a Bethesda e a Rockstar e um motor de jogo espetacular) não há limites para a criatividade do jogador. O jogo deixa de ser jogo, passa a ser uma ferramenta, um passatempo, uma plataforma para produzir conteúdo e partilhar com outros jogadores. Passa a ser uma ferramenta educativa e social como nenhum outro jogo.

Acima de tudo, Forza Horizon 2, é divertido e imersivo. É também uma celebração para quem gosta de carros, de música, para quem é artista ou jogador, para quem tem 8 ou 80 -há lugar para todos.

Este é o meu convite. E se acham que estou a exagerar, espreitem a introdução do jogo (em baixo) e as fotografias que tenho vindo a capturar no jogo (em cima).

David Fialho Ver todos

É geek, é jogador, gosta de novas tecnologias e tem a mania que sabe opinar sobre algumas coisas.

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